linfagite

Linfagite: sintomas, causas e tratamentos

Linfagite é uma inflamação que traz danos à saúde do paciente, causando diversas reações que prejudicam a qualidade de vida. Mas, apesar de ser uma doença que exige acompanhamento médico de perto, há tratamentos que são capazes de contornar a situação.

Para isso, é necessário entender como essa patologia funciona e quais são as suas causas. Abaixo vamos apresentar informações importantes para que você conheça mais sobre o problema e procure ajuda sempre que um sinal aparecer.

Confira!

O que é linfagite?

Trata-se de uma inflamação que ocorre nos canais linfáticos, sendo um resultado de infecções acometidas em locais distantes ao canal. Apesar de terem diversas causas, a mais comum é a bactéria Streptococcus Pyogenes que pode provocar desde laringite até escarlatina.

Conhecida também como “envenenamento do sangue”, essa doença inflama os vasos e canais linfáticos, sendo uma característica acentuada de patologias inflamatórias da pele.

Sempre que uma pessoa for diagnosticada com linfagite, é necessário fazer sua internação para que o médico possa acompanhar o quadro, a evolução do problema e os efeitos dos tratamentos.

As causas mais comuns são: infecções ou compressão dos vasos, podendo ser um tumor alocado na região. Apesar de ser um problema que acontece por contração de bactérias, como Streptococcus e Staphylococus, outros agentes nocivos também podem ser responsáveis pelo desenvolvimento da enfermidade, como é o caso do óxido.

Quais são os sintomas?

Os principais sintomas são:

  • vermelhidão forte da pele;
  • calor excessivo;
  • linfadenite;
  • calafrios, acompanhados de febre alta;
  • dor e inflamação.

Quais os tratamentos?

Para tratar, o médico deverá avaliar a situação e diagnosticar o tipo da doença que está ocorrendo. Somente assim será possível escolher o método mais eficiente. No entanto, por ser uma enfermidade bacteriana, o procedimento mais comum é o uso de antibióticos para combater a infecção.

O tratamento adicional visa imobilizar a área afetada, arrefecimento e, em alguns casos mais agravantes, remoção cirúrgica da fonte infecciosa.

Quais são os tipos mais comuns?

Essa é uma patologia que possui uma variação de formas, tais como:

Reticular

Causando um edema em forma de treliça, contendo células brancas do sangue. Ela ocasiona uma corda vermelha, dolorida e endurecida nos vasos, provocando hipertermia no local afetado.

Troncular ou troncal

Considerada também reticular, essa forma está associada com sinais gerais, como febre alta, dor e inflamação. Ainda costuma ocasionar a deterioração do estado geral do paciente.

Quando não tratada no início, muitas complicações podem surgir, criando outras patologias: bursite, abscessos e linfedema.

Profunda

Dentre os diversos tipos, essa é considerada a mais rara. Os sinais são bem comuns (febre e vermelhidão), contudo, é observado uma dor mais aguda e específica quando a área afeta é apalpada.

Crônica

Ocasionada por agentes externos, como parasitas. Com isso, a parede linfática fica mais inchada, ocupando o lúmen do vaso. Os sintomas variam de acordo com cada pessoa e dependendo da espécie viral. Dentre os parasitas que podem provocar o problema estão: dirofilariose, tuberculose e sífilis.

A linfagite é uma enfermidade que precisa de cuidados rápidos. Por isso, ao notar qualquer sinal, procure ajuda de um especialista e faça todos os exames necessários para que a cura seja possível.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgiã vascular em São Paulo!

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